EDIÇÃO ATUAL


Dona Cida, proprietária do Restaurante Sabor Mineiro, e sua Equipe.



O restaurante Sabor Mineiro nasceu com o objetivo de oferecer a seus clientes uma refeição com a fartura e o gostinho que nos lembram as cidades do interior.



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Possuimos uma história de tradição e qualidade, e nos destacamos pelo ambiente aconchegante, agradável e familiar. O bom atendimento, a fidelidade e a comida caseira feita no forno a lenha, conquistaram a preferência dos clientes. Temos orgulho de nossa casa preparada em todos os detalhes para receber nossos clientes.

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A COMIDA MINEIRA


Com base na crônica “A Comida Mineira” . De Sylvio Bazote.

A comida mineira reúne simplicidade, sabor e tradição. Remonta à época do ciclo do ouro e pedras preciosas, e resulta do encontro de diferentes raças e culturas. É considerada uma das culinárias mais ricas, diversificadas e características do país, e nasceu da necessidade de se comer bem com pouco tempo e poucos recursos disponíveis.
        O tempo passou, os costumes evoluíram e a cozinha mineira manteve suas qualidades, ganhando destaque dentro e fora do Brasil. A simplicidade marcante da culinária mineira e seus sabores característicos estão intimamente ligados ao período colonial. O modo de preparo e os temperos fáceis garantem os pratos típicos, ricos e variados, como os diferentes tipos de linguiça, o torresmo, o feijão tropeiro e o frango com quiabo, angu e couve, alem dos queijos, doces, bolos, broas e pão de queijo. A cachaça mineira ganhou destaque como bebida apreciada pelos europeus e é exportada para diversas partes do mundo.
        Em Minas, as receitas familiares passam, de geração em geração, através de cadernos cuidadosamente escritos a mão, registrando os segredos de sua culinária. A hora das refeições é o momento do encontro familiar, da “prosa” e da integração entre as pessoas.
        Por causa de suas multiplas origens, da busca pela riqueza rápida e dos altos preços praticados por ambiciosos mercadores, os habitantes de Minas Gerais criaram um jeito mais fácil e barato de comer. Os pratos mineiros mais tradicionais são criados a partir de ingredientes do fundo do quintal de casa (frango, porco, feijão, milho, mandioca e verduras). Outra característica que desafia o tempo é a fartura. Come-se muito bem nas casas mineiras, principalmente no interior, onde uma visita é obrigatoriamente seguida de café fresco, broas de milho, pão de queijo e doces com queijo branco.
        Com a descoberta das “Minas Gerais”, o Brasil viveu durante o século XVIII o ciclo do ouro. Ouro e diamante atraíam milhares de pessoas de diferentes regiões, interessadas em ganhar dinheiro com o garimpo. Na época toda aquela região era pouco explorada e os índios ainda em número significativo, ofereciam resistência aos exploradores. Em pouco tempo as áreas de mineração se tornaram o mais importante centro econômico do Reino Português, polarizando atividades produtivas do Brasil inteiro num comércio que trazia comida, roupas, ferramentas e artigos de luxo para Minas Gerais.
        As cidades ficaram superlotadas causando a escassez de alimentos. Nas terras afastadas das cidades, ainda sem donos e procuradas pelos que chegavam, a situação era ainda mais difícil para se conseguir comida. Na ânsia de tornarem-se ricos rapidamente, todos preferiam garimpar ao invés de gastar tempo plantando, cuidando e colhendo alimentos. As terras irrigadas, próximas aos rios não eram usadas para plantações, porque, como ofereciam ouro de forma mais fácil e rápida, eram controladas por pessoas armadas pelos ricos. Quando alguém iniciava algum plantio, logo aparecia no solo alguma coisa parecendo ouro ou diamante, e a plantação era destruída pelos próprios plantadores ou outras pessoas em busca de riquezas. Existem registros das autoridades portuguesas de imigrantes que morreram com a barriga vazia e a bolsa cheia de ouro. O isolamento, a dificuldade de alimentação e a insegurança que gerava violência e roubos levaram muitos a desistir da mineração.
        Portugal, interessado na extração das riquezas, começou então a organizar povoações com destacamentos militares e instituições burocráticas, fazendo surgir uma nova leva de exploradores mais organizados e mais produtivos. As primeiras vilas como Mariana, Ouro Preto, Sabará, Diamantina e São João del-Rei, surgiram nesse período, com grande quantidade de escravos sendo usados para a procura de ouro e diamante em rios e minas. Juízes, militares, funcionários públicos, profissionais liberais, comerciantes e artistas formavam a sociedade de Minas Gerais.
        A falta de espaço nas vilas e povoados ao redor das minas fez surgir pequenas hortas e pomares onde alimentos de fácil cultivo como mandioca, couve, taioba, feijão, milho, inhame, abóbora, banana, laranja, goiaba, e outras frutas forneciam o sustento diário. Animais de pequeno porte e baixo custo de manutenção como porco e galinha também eram criados no limitado espaço das casas, fornecendo carnes e ovos para o preparo de diversos pratos. Até hoje os pratos mineiros se baseiam em carne de galinha, porco e seus derivados.
        Pratos como leitão a pururuca, linguiça frita, couve refogada, tutu de feijão, frango com quiabo, vaca atolada (caldo de mandioca com costela de boi), e angu, fazem a culinária mineira ser reconhecida pelo seu sabor e suas características.
        O sal era escasso e caro, por isso usava-se pouco sal e os alimentos eram feitos à base de temperos fáceis e baratos como raízes, salsa, cebolinha, urucum e outros brotos nativos. Assim, a cozinha mineira se formou sem requintes, com os recursos do quintal de casa, e tendo a criatividade como principal ingrediente.

Fone: 3424-5182



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